Cientistas europeus afirmam que o café pode regenerar seu DNA. Será?

DNA

Um estudo americano já havia confirmado que algumas variações no DNA estão relacionadas à forma como a cafeína é metabolizada pelo corpo e, consequentemente, os seus efeitos, ou então aos impactos da bebida sobre pressão arterial e níveis de açúcar e glicose no sangue. Isso pode ajudar a explicar, por exemplo, o motivo pelo qual pessoas que bebem café sofrem menos com hipertensão do que as que não consomem a bebida, mas têm maior tendência a apresentar taxas de colesterol e glicose no sangue elevadas.

O mais recente estudo, publicado no European Journal of Nutrition, analisou 84 homens saudáveis por quatro semanas. Durante o período, metade do grupo consumiu diariamente o café do tipo Arábica. O restante consumiu apenas água. E o resultado foi surpreendente.

No início da análise, os grupos apresentavam graus próximos de fragmentação do DNA. Após as quatro semanas, a diferença média no índice entre os grupos foi de 27%. Além de aqueles que consumiram água apresentarem maior fragmentação, quem ingeriu café viu esse valor diminuir.

Para compreender melhor: A fragmentação do DNA ocorre com a ação de radicais livres nas células. Eles podem causar mutações no material genético e são apontados como causa do envelhecimento precoce e até mesmo do câncer. O poder antioxidante do cafezinho de máquinas de café em São Paulo, nesse caso, pode ser o mocinho capaz de regenerar o nosso material genético.

 

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