Recentemente o Fundador da RS Café, contou para a revista IBEFM Campinas, como uma viagem à Itália mudou a vida do engenheiro apaixonado por café.

Engenheiro de Telecomunicações por formação, Romano Sivelli, decidiu incorporar à empresa de telecomunicações o negócio voltado às máquinas de café expresso. Isto aconteceu após uma viagem para a Itália, onde observou que as máquinas de café expresso dominavam o mercado. ?Na verdade, elas surgiram porque as autoridades italianas da saúde proibiram o chamado café de litro, que era servido em garrafas térmicas, para o público corporativo. Além da praticidade, a máquina, que faz automaticamente a bebida de acordo com o gosto do consumidor, evita o contato manual com produto, no caso o café.?

Trazidas para o nosso mercado, as máquinas rapidamente se tornaram preferências, especialmente dentro do mercado corporativo. ?Hoje, as máquinas atendem plenamente o gosto mais apurado do consumidor. A evolução do equipamento permite que seja oferecido ao mercado máquinas com ampla graduação de açúcar, máquinas que servem café mais forte ou mais suave, que trabalham com tipos diferentes de café – em grão e instantâneo – , que oferecem, enfim, uma gama variada de produtos disponível 24 horas por dia.?

Criado desde a infância em uma propriedade voltado ao cultivo do café, Romano, apesar de sua formação profissional, não esconde a paixão pela bebida. Ele enxerga nela, um estimulante natural que atua positivamente no sentido de motivar seus consumidores, tornando-os ainda mais produtivos. ?Nos EUA, por exemplo, as pessoas tomam muito café, em soluções mais diluídas, para justamente aumentar produtividade em suas atividades.?

 

Máquinas de Café em São Paulo